Inteligência artificial e ética das virtudes
DOI:
https://doi.org/10.4114/inteletica.vol3iss5pp124-147Palavras-chave:
Antropomorfização da Inteligência Artificial, sistemas inteligentesResumo
O presente artigo tem por objetivo debater a possibilidade da existência de uma ética artificial ser criada e/ou desenvolvida em um código computacional e os impactos operacionais que esta eventual ausência acarreta em tecnologias empregadas nos campos da Segurança Pública e da Inteligência. A pesquisa tem natureza documental e recorre a relatórios e bibliografia especializada para verificar se a máquina deve trazer embarcada em sua linguagem de programação as regras para tomar a melhor decisão ou se deve agir segundo um modelo de aprendizado, que examina seu procedimento a partir de outras condutas consideradas exemplares. O estudo se justifica na medida em que cada vez mais é necessário compreender como deliberaria um sujeito moral não humano diante de dilemas deontológicos, especialmente aqueles que surgem em meio à atuação do Poder Público em áreas sensíveis.
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Direitos de Autor (c) 2026 Rogério de Assis Medeiros, Daniel Almeida de Macedo (Autor/a)

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Open Access Journal.
Edita: IBERAMIA. Sociedad Iberoamericana de Inteligencia Artificial (www.iberamia.org).
